
Hb 11.1 "A Fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que não se vêem". Por ela os antigos foram aprovados por DEUS."
É possível, sem muito esforço, observar que a sociedade tem se degradado exponencialmente a passos largos. Vimos e ouvimos de assassinatos, estupros, suicídios, roubo, violência contra os filhos, contra os pais e contra idosos indefesos.
Os que se orientam pela Palavra de Deus, sabem que isso faz parte da hostória da Humanidade, e que aconteceria não a todos, mas pelo menos a muitos(por aumentar a iniqüidade o amor de muitos se esfriará - MT 24.12).
Mediante a tantos abalos de cunho religioso, onde líderes religiosos são encontrados nas primeiras páginas dos jornais acusados de pedofilia, roubo...
Mediante a tantos abalos de cunho social, onde pais lançam filhos do prédio; filhos matam seus pais para ficarem com o dinheiro; idosos apanham de domésticas...
Mediante a tantos abalos de cunho governamental, onde deputados, senadores e presidentes são encontrados em desvio, lavagem de dinheiro e toda sorte de corrupção...
Reconheço que todos esses acontecimentos nos abalam, e que as vezes tentam por em check a fé em Deus.
Com tudo isso que vem nos rodear, é fácil encontrar Cristão, que a despeito de confessarem sua Fé única em Jesus, não conseguem vivenciar tal fé, se tornaram Cristãos deístas, acreditam que Deus criou o mundo, mas não age mais nele. Passaram a comparar Deus a um frabricante de relógio que o fez com suas peças e mecanismos, deu-lhe corda, mas não conserta mais, pois não é relojoeiro.
Estive lendo sobre a biografia de um dos grandes emissários do deísmo, e pude ver seu desespero, por não torcer o braço em acreditar em Deus.
Nascido em Paris, Voltaire disse que o Cristianismo era um fenômeno prestes a desaparecer: “Cem anos a partir de agora, não haverá uma Bíblia na Terra, além de alguma que um curioso por antiguidades possa procurar.” Voltaire faleceu há 228 anos, em 1778.
Quando Voltaire se apercebeu do ataque que lhe tiraria a vida, encheu-se de remorsos. Pediu imediatamente um padre, e desejou reconciliar-se com a igreja. Os seus aduladores agnósticos apressaram-se a ir ao seu quarto, para tentarem evitar que tal acontecesse, mas apenas sentiram a ignomínia do filósofo e a sua própria. Com a sua miséria aumentada pela sua presença, Voltaire amaldiçoou-os, e exclamou em alta voz: “Ide-vos! Fostes vós que me conduzistes a minha presente condição. Que desgraçada glória esta, que produzistes para mim!”
Voltaire sentia-se tão torturado por tal agonia, que rangia os dentes numa raiva impotente contra Deus e os homens. Houve alturas em que bradava: “Ó Cristo, Ó Senhor Jesus!” E mais tarde: “Devo morrer, abandonado por Deus e pelos homens!” À medida que o fim se aproximava, o seu estado tornou-se tão horroroso, que os aduladores tinham medo de se aproximar da sua cama. Mas guardavam à porta para que outros não pudessem ver quão terrível era a morte de um inimigo de Deus. Até a sua enfermeira não aguentou a horrorosa cena. E foi este o fim de vida de um homem de elevado intelecto, de excelente educação, de grande riqueza e muita honraria terrena – mas sem Deus.
A existência de Deus é fato indiscutível, porém, acrediar que ele possa trabalhar em favor da humanidade é questão de Fé... que muitos se recusam a ter.
Como estava neste dia?
Com muita Fé!




