
“Você está cega! Não vê que este garoto não te ama, que ela só que passar um tempo com você?”
A frase acima é muito comum, já nos acostumamos com a pseudo verdade de que o amor nos torna cego para enxergar os defeitos de uma pessoa que julgamos amar, isso se torna tão verídico que passamos a enxergar erros de todas as pessoas que estão a nossa volta, menos em quem “amamos”. Quando admitimos que o amor causa esta reação, passamos, de igual forma, a admitir que este sentimento só trará problemas. Caímos em um contra senso, e então nos arriscamos a viver pequenos momentos de felicidade que acarretará em grandes momentos de tristeza, realmente esta troca não faz sentido.
Na verdade, fomos pessimamente instruídos a respeito deste sentimento, surrealizamos o amor, tornando-o mitológico e impossível de ser vivido.
Diferente do que ouvimos(o amor é cego), o apóstolo Paulo, instrui aos Filipenses dizendo: “E peço isto: que o vosso amor aumente mais e mais em ciência e em todo conhecimento”(1:9) Paulo traz uma proposta totalmente diferente a respeito deste sentimento, ao invés do amor ser extrema emoção e sentimentalismo exagerado, é ciência e conhecimento, o amor não cega, mas abre os olhos, ele permite que enxerguemos o que realmente está a nossa volta, ele não oscila, mas é constante.
Com o verdadeiro amor não somos seduzidos a uma atitude que causará arrependimento, o verdadeiro amor leva a atitudes que aparentemente trazem espanto a todos a volta, mas nunca trará arrependimento. Jesus, ao demonstrar este amor, lançou-se em uma cruz de vergonha, totalmente despido de sí, entregue a um amor, não fantasioso, emotivo e desregrado, mas a um sentimento, de altíssima racionalidade que o faria agir de novo, se necessário fosse. Leia 1 Co 13
“porque o perfeito amor lança fora todo medo”(1 Jo. 4.18)
Como me sentia neste dia?
Ensinado por Deus.